Arquivo da categoria: Laboratório TerraLab

TerraLab: representação simplificada da realidade

TerraLab é um laboratório fruto da parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Situado no Departamento de Computação da UFOP, o TerraLab é voltado para o desenvolvimento de projetos e pesquisas no ramo da Modelagem e Simulação de Sistemas Terrestres.

Coordenado pelo professor Dr. Tiago Carneiro, 38, o laboratório conta com 28 bolsistas e trabalha com quatro instituições, dentre elas o Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST). Entre os projetos do TerraLab, está o convênio com a prefeitura de Ouro Preto para o SIGHabitar, um Sistema de Informação Geográfica que tem por objetivo ”apoiar a ação fiscal da Prefeitura Municipal de Ouro Preto, em especial as ações das diversas secretarias que a compõe”, através da criação de um banco de dados que integra todas as secretarias municipais.

Perguntado sobre o SIGHabitar e os usos corretos da tecnologia nos setores governamentais e administrativos, Carneiro afirmou que é preciso uma maior integração do ser humano com a tecnologia. Segundo ele, o hardware e o software nada mais são que ferramentas que dependem da condução e criatividade humana: “A tecnologia facilita e dá rapidez aos processos, mas é o humano quem guia isso tudo.”

O TerraLab tem outros projetos, como a Modelagem e Simulação da Propagação do Fogo, Pronex Rede Dengue, Simulação de Mudanças Terrestres na Amazônia brasileira e Modelação e Simulação da Chuva Tropical Florestal, que seguem a linha ideológica principal do laboratório que é interferir ativamente na realidade através da simulação e modelação de fenômenos, processos, atores, sistemas ou entidades complexas.

O laboratório fica localizado no Departamento de Computação do Instituto de Ciências Exatas e Biológicas (ICEB) no Campus Morro do Cruzeiro da Universidade Federal de Ouro Preto.

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Tecnologia aplicada em smartphones colabora com a gestão municipal

Ana Paula Abreu e Iago Rezende

Assim como é possível utilizar um smartphone para o entretenimento, com aplicativos como Angry Birds ou Instagram, também é possível utilizar a tecnologia para projetos de gestão pública. Nesse sentido, foi desenvolvido, na cidade de Ouro Preto, o convênio SIGHabitar, que permite gerir os recursos de um município a partir de informações extraídas do GPS. Desenvolvido pelo TerraLab – Laboratório INPE/UFOP para Modelagem e Simulação de Sistemas Terrestres -, o convênio permitiu à prefeitura de Ouro Preto coletar, integrar, visualizar e analisar os dados da cidade a fim de gerenciar e planejar ações benéficas ao município.

O trabalho foi realizado a partir de uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Em um trabalho de campo de dois anos, foi possível unir o banco de dados das secretarias municipais e criar um acervo capaz de compreender nomenclaturas heterônimas de uma mesma rua, como a Rua Conde Bobadela, mais conhecida como Rua Direita. O sistema identifica o local independentemente do nome utilizado pelo setor ou cidadão.

De acordo com o Prof. Tiago G. S. Carneiro, pesquisador e professor da UFOP, em texto publicado no blog do TerraLab, por meio dos programas desenvolvidos é possível promover uma tributação mais eficaz e justa, o uso racional dos recursos municipais, a manutenção e o desenvolvimento de serviços mais eficientes.

Ainda segundo o professor, é possível dimensionar os serviços de saúde, segurança e educação. Outros usos do aplicativo são a possibilidade de manter atualizado o cadastro de imóveis, planejar ações da defesa civil, do corpo de bombeiros, das secretarias de trânsito e obra. Além disso, pode-se também gerenciar o uso dos recursos naturais e a coleta de resíduos.

O aplicativo pode ser obtido gratuitamente e está disponível no site do laboratório. Clique aqui para baixar o aplicativo.

Fonte: TerraLab – Acesso em 14/12/2012 às 14h.

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Estudo permite entender o comportamento do Aedes aegypti e pode ajudar no controle da dengue

Thiago Anselmo e Janine Letícia

Está chegando o verão e junto com ele começam as campanhas de combate à dengue em todo o país. Nessa estação, a combinação de chuva e calor oferece a condição ideal para o aumento da proliferação do Aedes aegypti – mosquito transmissor da doença – e, com isso, surge a necessidade de intensificar os cuidados básicos de prevenção. O professor da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), Dr. Tiago Carneiro, realizou uma pesquisa com base em métodos de tentativas e erros capaz de entender o comportamento da população do mosquito nas cidades, para possíveis formas de planejamento do controle da doença.

Utilizando um programa desenvolvido em parceria da UFOP com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o professor Carneiro mapeou o comportamento do mosquito no bairro de Higienópolis, cidade do Rio de Janeiro, por meio do TerraME, plataforma de domínio público que desenvolve modelos ambientais. Adicionando alguns dados-base à plataforma, o combate à dengue se torna uma medida mais eficiente, diminuindo os casos de infectados pelo vírus.

A doença, que não tem vacina eficiente para sua cura ou prevenção, afetou 286.011 pessoas entre os meses de janeiro e abril desse ano, segundo dados do Ministério da Saúde. O alto índice é alarmante, principalmente em um país que investe pesado, todos os anos, em campanhas contra o mosquito.

O problema fica na questão: Brasil e brasileiros só se preocupam com a proliferação da dengue no verão, esquecendo-se dos outros períodos, dando a possibilidade para a desova de milhares de ovos que sobrevivem até um ano sem eclodir, esperando um ambiente climático adequado para voltar à ativa no ciclo de vida.

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Carolina Lopes Brito

Em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o professor da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Tiago Carneiro, desenvolveu um modelo computacional capaz de auxiliar no combate à dengue. Esse modelo indica os locais onde a incidência de focos do mosquito transmissor é maior, facilitando a descoberta de estratégias para o controle da doença.

No Rio de Janeiro, um dos estados mais afetados pela dengue, foi feita uma pesquisa pela Fiocruz em que 46 baldes foram colocados em diferentes localidades do bairro Higienópolis e as amostras de ovos coletados foram analisadas. Os dados gerados serviram de base para a pesquisa feita por Tiago Carneiro e sua equipe, já que os resultados da análise possibilitaram um maior entendimento sobre o comportamento das populações dos mosquitos transmissores.

A pesquisa feita em Ouro Preto é de grande importância à população porque, de acordo com o Ministério da Saúde, de janeiro a novembro a dengue causou a morte de 247 brasileiros e foram registrados 3.774 casos graves da doença.

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Projeto busca solução tecnológica para o controle do mosquito da dengue

Maysa Alves

De janeiro a novembro de 2012, a dengue causou a morte de 247 pessoas no Brasil e o país registrou 3.774 casos graves, segundo o Ministério da Saúde. Principalmente no verão, a mídia bombardeia os cidadãos com informações sobre a doença – como se dá a transmissão, sintomas, tratamentos e formas de prevenção – na intenção de conscientizá-los, porém só as ações de precaução não bastam e não são capazes de conter os focos de transmissão.

O professor Tiago Garcia de Senna Carneiro, do Departamento de Computação da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), desenvolveu um conjunto de programas e ferramentas utilizados para desenvolver softwares e aplicativos, o TerraME. Esse ambiente é capaz de construir modelos computacionais que ajudam na compreensão do comportamento das populações de Aedes aegypti em áreas urbanas.

Foi realizado um estudo no bairro de Higienópolis, Rio de Janeiro, junto com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que serviu como fonte de dados para o TerraME. As amostras utilizadas na pesquisa foram colhidas em 46 baldes, distribuídos em locais estratégicos no bairro. Segundo o professor, “os modelos computacionais são representações da realidade” e por isso facilitam a descoberta de estratégias de controle da dengue.

A plataforma foi desenvolvida em parceria com TerraLab (Laboratório de Modelagem e Simulação de Sistemas da Terra), Terra Sistema Science Center (CCST), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e FIOCRUZ. E foi financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Tecnologia é aliada no combate a dengue

Bruna Fontes, Cristiano Gomes e Rosianne Silveira

A estação considerada a mais quente do ano, o verão, está chegando e, com isso, os cuidados com a proteção e o combate a doenças se tornam mais frequentes em todo o país. Uma das mais conhecidas é a dengue, que nos quatro primeiros meses de 2012, obteve uma redução de 86% no número de casos graves em todo o estado de Minas Gerais, segundo o balanço divulgado pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti infectado, que se reproduz em água parada, a dengue ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. Os principais sintomas são febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos e nas costas, além do possível aparecimento de manchas vermelhas pelo corpo. Mas a inimiga número um da estação que agita as áreas litorâneas parece estar com os dias contados.

Para contribuir com a prevenção e o tratamento da doença, várias iniciativas se fazem presentes no meio acadêmico. Um exemplo é da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), onde após cinco anos de estudos laboratoriais, Tiago Garcia de Senna Carneiro, professor do Departamento de Computação (Decom), desenvolveu o aplicativo DegueME, modelagem que fornece serviços específicos para a análise da Dengue.

As simulações dos modelos – representações simplificadas de algo real a ser estudado, como define o professor –, viabilizam a avaliação da relação custo/benefício e, assim, determinam qual é a melhor forma de controlar e impedir a proliferação do mosquito. O serviço conta com simulações gráficas de efeitos naturais (chuva, temperatura, características do ambiente urbano, etc.); variações do modelo, de acordo com fatores diversos e, por último, a execução dos modelos proferidos.

Para a simulação, são utilizados criadores onde é possível estudar o comportamento do Aedes Aegypti em qualquer região tropical. Semanalmente, são colhidas dados amostrais das armadilhas para que o acompanhamento do estudo seja efetivado. “A maior dificuldade se caracteriza no distinção dos ovos postados nos criadores. É obvio que outros mosquitos pousarão ali e utilizarão o criadouro para procriar. É um trabalho minucioso, onde o pesquisador tem que analisar no microscópio, ovo por ovo, classificá-lo e assim fazer a contagem para o estudo”, explica o professor.

Thiago Garcia – que também é coordenador de vários convênios de cooperação técnico-científica, como projetos de pesquisa e desenvolvimentos em geoinformática e em modelagem dos sistemas terrestres firmados entre UFOP e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) –, conta com a ajuda de 28 bolsistas, que trabalham divididos em equipes. O gasto anual para a manutenção dos laboratórios onde a ferramenta digital foi produzida gira em torno do montante de R$250 mil. Garcia explica a vontade de vender partes de softwares e projetos diversos para manter os recursos, porém objetiva a disponibilidade gratuita do DengueMe.

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Tecnologia a favor do meio ambiente: modelo de simulação de prevenção de incêndios

Kênia Marcília e Laura Vaconcelos

É cada vez mais recorrente a ocorrência de tragédias resultantes dos impactos causados pela exploração humana. Devido a nossa dependência substancial dos recursos naturais, tornam-se necessários projetos que viabilizem a preservação ambiental associados a metas lucrativas.

O TerraLab, laboratório de Modelagem e Simulação de Sistemas Terrestre, que é fruto de uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), desenvolve sistemas de computação voltados ao geoprocessamento e à modelagem dinâmica espacial, que visão a promover, por meio de simulações, uma maior compreensão do funcionamento do sistema terrestre.

Coordenado pelo professor Tiago Garcia, o laboratório TerraLAB trabalha, nessa perspectiva, com um sistema de prevenção a incêndios, juntamente ao monitoramento e análise de riscos (controle epidemiológico), evita impactos ambientais por simular, através de modelos computacionais, focos de incêndio, sua extensão e velocidade de propagação e danos, sem necessidade de estar in loco, diminuindo gastos financeiros e desperdício de tempo e pesquisa.

Métodos tradicionais ou ultrapassados de controle de incêndio, como provocar queimadas controladas em benefício da ciência, são substituídos por simulações no mundo virtual, possibilitando ao pesquisador antever o comportamento de focos de incêndio e o melhor método de controle e prevenção.

É possível obter, no TerraMe, um conjunto de ferramentas que apoiam todas as fases do processo de desenvolvimento de modelos ambientais. O material está disponível no site do TerraLab. As ferramentas são distribuídas gratuitamente para as plataformas Linux, Windows e Mac de 32 e 64 bits, promovendo, assim, avanços tecnológicos a favor da preservação ambiental.

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Fim do mundo, verão. Será o fim da dengue?

Bárbara Monteiro e Roberta Nunes

Segundo o calendário Maia, o mundo vai acabar no dia 21 de dezembro. A mesma data marca o inicio da estação do verão. Em uma época que reúne chuvas, mudança de temperaturas e calor excessivo, os casos de dengue aumentam significativamente.   O Ministério da Saúde registrou, em 2012, 286.011 ocorrências e, em 2011, no mesmo período, foram 507.798.

Uma pesquisa desenvolvida pelo professor Tiago Carneiro, da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP),  pode revolucionar este quadro, pois busca, por meio da tecnologia, melhorar o  planejamento de combate ao mosquito Aedes aegypt, que na sua vida útil de 45 dias consegue contaminar até 300 pessoas.

A pesquisa desenvolvida por Carneiro, do Departamento de Computação da UFOP,  criou uma tecnologia que reproduz os fenômenos naturais que envolvem o mosquito. O software produzido no laboratório Terra LAB, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), realiza  simulações que  permitem a construção de um padrão de transmissão do vírus da dengue a partir do entendimento dos focos de transmissão da doença, pela determinação dos fatores ambientais, sociais e climáticos. Usa-se da tecnologia dos modelos computacionais para auxiliar o planejamento e a erradicação desta e de outras doenças.

Geralmente, as formas utilizadas de controle populacional do vetor são os controles químicos e a remoção dos criadores, sendo que a última opção tem se mostrado mais eficiente. Segundo o professor, a  fêmea do mosquito coloca os ovos, mas eles só eclodem ao entrar em contato direto com a água. Caso isso não ocorra, os ovos sobrevivem por até três anos. Esta é a fase ideal para o controle do vetor, e os pesquisadores estão trabalhando nisto.

Mais informações no site do Decom, TerraME e do  TerraLAB.

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Projeto TerraLab

Lara Pechir e Nathália Souza

Na terça-feira (11), o professor Dr. Tiago Carneiro apresentou aos alunos de Jornalismo da UFOP o projeto TerraLab, um laboratório Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Universidade Federal e Ouro Preto que desenvolve sistemas de computação voltados ao geoprocessamento e à modelagem dinâmica espacial. Só foi possível sua construção a partir da parceria entre o INEP/UFOP.

Com o passar dos anos e as mudanças naturais ocorridas com o ambiente, se fazem necessárias pesquisas científicas que nos ajudem a entender o funcionamento do sistema terrestre. O professor Dr. Tiago Carneiro trabalha na criação de softwares no laboratório TerraLab que têm como objetivo desenvolver modelos dinâmicos espaciais que possam facilitar a compreensão do ciclo terrestre. Com o recurso virtual, esses modelos em forma de sistemas computacionais oferecem previsões de possíveis comportamentos ambientais e possíveis atitudes institucionais ou pessoais a serem tomadas para o combate ou preservação deles.

Além de servir como banco de dados para outras pesquisas, o TerraLab visa a complementar com ensino e pesquisas os curso de graduação e pós-graduação da UFOP, adquirindo novos pesquisadores através de estágios e bolsas de iniciação cientifica. Por ano o laboratório TerraLab gasta em média R$250 mil reais para se manter ativo, incluindo desde as bolsas pagas aos alunos até os equipamentos usados no laboratório.

Segundo o professor Carneiro, a maior dificuldade é manter o laboratório sem demitir ninguém. Porém, há disseminação das tecnologias desenvolvidas e utilizadas pelo laboratório. Como, por exemplo, o software de mapeamento das ruas de Ouro Preto, realizado em dois anos por uma equipe do laboratório. Com esse recurso, foi possível descobrir nomes de ruas, calcular o IPTU de cada região e a Prefeitura de Ouro Preto agora tem um banco de dados com o nome de todas a ruas, números de casas e controle do IPTU de cada área da cidade.

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Laboratório de universidade auxilia na solução de problemas ambientais

 Eduardo Braga

Pesquisadores, empresários e governos estão sempre em busca de respostas aos desafios científicos e tecnológicos ligados ao entendimento do funcionamento dos sistemas terrestres, devido a constantes mudanças ambientais causadas pela atuação humana e aos impactos quase sempre negativos ao ambiente.

Em busca de melhores condições de estudar os sistemas terrestres, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), firmaram uma parceria de sucesso com a criação do TerraLAB, um laboratório para modelagem e simulação de sistemas terrestres. O TerraLAB desenvolve sistemas de computação voltados ao geoprocessamento e à modelagem dinâmica espacial.

Pode parecer complicado, mas o TerraLAB, auxilia e muito a nossa vida. Um dos resultados da criação desse laboratório foi o desenvolvimento de modelos para facilitar a vida humana em diversos fatores, seja no monitoramento de áreas de risco na época das chuvas, ou  simulação do contágio de algumas doenças, como a dengue. Segundo o Prof. Tiago Carneiro, do Departamento de Computação da UFOP (Decom), o TerraLAB traz inúmeros benefícios para a sociedade, além de ser uma opção de ensino e de pesquisa para os cursos de graduação e pós-graduação da UFOP.

Para saber mais sobre o TerraLAB, acesse o site www.terralab.ufop.br ou www.facebook.com/terralab.inpe.ufop.

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